sexta-feira, 11 de abril de 2014
Requião registra candidatura para disputar convenção do PMDB
Requião, o senador, vai hoje ao Diretório Estadual do PMDB. para registrar sua pré-candidatura ao governo do Paraná.
Diz que não pode deixar de fazê-lo diante da insistência das bases do partido. Agora, imaginem os maus bofes de Orlando Pessuti e sua turma. E os frouxos intetstinais nas hostes do PT que apóiam Gleisi Hoffmann. Sem contar a aritm´´etica ansiosa entre os palacianos de Beto Richa.
fonte:fabiocampana.com.br
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Conselho de Ética rejeita manobra do PT e instaura processo contra Vargas
De Erich Decat e Daiene Cardoso, O Estado de S. Paulo:
Brasília – O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara, Ricardo Izar (PSD-SP), rejeitou na tarde desta quarta-feira, 9, a questão de ordem apresentada por integrantes do PT para tentar impedir a instauração de processo disciplinar contra o deputado André Vargas (PT-PR). Na sequência, Izar determinou a abertura da ação contra o petista.
André Vargas pediu licença do cargo nessa segunda, 7, após ter seu nome ligado ao doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob acusação de envolvimento com esquema de lavagem de dinheiro. Integrantes da bancada do PT podem, no entanto, recorrer da decisão junto ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
A questão de ordem foi apresentada no início da sessão pelo deputado Zé Geraldo (PT-PA). De acordo com o petista, não poderia ser aberto o processo por ele se basear em reportagens jornalísticas relativas a investigações da Polícia Federal (PF) que culminaram com a deflagração da Operação Lava Jato.
“Note-se que são matérias jornalísticas que dão a versão daqueles meios de comunicação aos fatos e expõem supostas provas que teriam origem em fontes daqueles noticiosos”, afirmou Geraldo. Durante a leitura do documento, o petista defendeu que as investigações contra André Vargas sejam feitas na Corregedoria, como propôs o PSOL. “Em sua representação, o PSOL, por intermédio do seu líder, deputado Ivan Valente (SP), enfatizou que a Corregedoria corresponde à instância apropriada para a investigação das acusações”, ressaltou o paraense.
Na semana passada, o jornal Folha de S.Paulo revelou que Vargas usou um jatinho pago pelo doleiro para viajar em férias com a família à João Pessoa (PB). A viagem teria custado R$ 100 mil. Nesta semana, a revista Veja revelou trocas de mensagens nas quais Youssef prometia “independência financeira” a Vargas com a intermediação de um contrato do laboratório Labogen com o Ministério da Saúde.
O vice-líder do Psol, Chico Alencar (RJ), criticou, no entanto, a iniciativa de integrantes do PT. “Espero que esse conselho não se demita vergonhosamente de suas funções”, afirmou o carioca. A manobra dos petistas é feita de olho na possibilidade de Vargas ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa.
Caso ele seja condenado no Conselho de Ética, pode perder o mandato em votação aberta no plenário e passaria a ficar inelegível. Caso se inicie uma investigação na Corregedoria, somente após concluído e votado o relatório ele seria enviado para o Conselho de Ética. “Não existem provas, além de notícias jornalísticas baseadas em fontes anônimas ou obtidas ilegalmente de um inquérito policial sigiloso”, disse Geraldo.
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Vargas renuncia à vice-presidência da Câmara
Do Estadão:
O deputado licenciado André Vargas (PT-PR) anunciou na noite desta quarta-feira, 8, a renúncia ao cargo de vice-presidente da Câmara. A decisão ocorre no mesmo dia da abertura do processo disciplinar aberto contra ele no Conselho de Ética da Casa.
A renúncia não livra o deputado do processo disciplinar no Conselho de Ética. O colegiado vai investigar as relações de Vargas com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal durante a Operação Lava Jato, que apura esquema de lavagem de dinheiro. Em entrevista ao Broadcast Político nesta quarta, o relator do processo disciplinar, deputado Julio Delgado (PSB-MG) disse que considera o caso “muito grave”.
Delgado é o mesmo que em 2005 pediu a cassação de José Dirceu. Ele afirmou que conduzirá a relatoria de forma a dar amplo direito de defesa ao petista mas afirmou que “é importante resguardar a imagem do Legislativo”. Ele tem 90 dias, contados a partir desta quinta-feira, 10, para apresentar seu parecer, que pedirá ou não a cassação do mandato de Vargas.
O presidente do Conselho, Ricardo Izar (PSD-SP), entretanto, quer agilizar o processo. Ele afirmou que vai pedir que o relator apresente seu parecer antes do prazo regimental. A intenção é levar o caso à votação do plenário antes do recesso parlamentar. “Vamos pedir para o relator ser o mais rápido possível”, disse Izar.
Mesmo licenciado, Vargas será chamado para apresentar a defesa. Testemunhas poderão ser convidadas para depor. Se for condenado no Conselho de Ética, André Vargas pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa, perder o mandato em votação aberta no plenário e ficar inelegível por oito anos.
Relação suspeita. O calvário de Vargas teve início na semana passada, quando o jornal Folha de S.Paulo revelou que ele usou um jatinho pago pelo doleiro para viajar em férias com a família à João Pessoa (PB). A viagem teria custado R$ 100 mil.
Nesta semana, a revista Veja revelou trocas de mensagens nas quais Youssef prometia “independência financeira” a Vargas com a intermediação de um contrato do laboratório Labogen com o Ministério da Saúde.
Na segunda-feira, 7, pressionado até por colegas de partido, Vargas pediu licença do cargo por 60 dias. Durante este período, o deputado vai ficar sem receber o salário de R$ 26 mil.
Veja a íntegra da nota publicada no site do deputado
Renuncio a vice-presidência da Câmara
Em virtude da decisão tomada hoje pelo Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, pela instauração de procedimento de apuração de denúncias apresentadas contra mim, decidi apresentar minha renúncia à vice-presidência desta Casa.
Tomo esta decisão para que possa me concentrar em minha defesa perante o Conselho e para não prejudicar o andamento dos trabalhos da Mesa Diretora, e também de preservar a imagem da Câmara, do meu partido e de meus colegas deputados.
Tenho enfrentado um intenso bombardeio de denúncias e ilações lançadas em veículos de imprensa baseadas apenas em vazamentos ilegais de informações, as quais terei agora a oportunidade de esclarecer, apresentando minha versão – a verdade – a respeito de tudo que vem sendo divulgado.
Enfrentarei tranquilamente este processo na certeza de que provarei, ao final, que não cometi nenhum ato ilícito. Sigo com muito orgulho de minha história política e minha luta, ao lado de tantos companheiros, em defesa do povo paranaense e pela construção de um Brasil melhor.
Brasília, 9 de abril de 2014.
André Vargas
fonte:fabiocampana.com.br
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Maioria dos deputados federais do PT quer renúncia de Vargas
A maioria dos deputados federais do PT defende a renúncia ao mandato do vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR).
Mediante a garantia do anonimato, o Blog do Noblat ouviu nesta terça-feira 47 dos 88 parlamentares. Deles, 20 defenderam a renúncia, quatro a expulsão de Vargas do PT e dois o afastamento dele apenas da vice-presidência da Câmara.
Quatorze disseram que ele não deve renunciar e sete não opinaram.
Vargas é acusado de ser sócio informal do doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob suspeita de corrupção.
Quem defende a renúncia diz que a permanência de Vargas terá impacto nas eleições de outubro deste ano, podendo prejudicar, sobretudo, a candidatura do ex-ministro Alexandre Padilha ao governo de São Paulo.
Aqueles que pedem a expulsão afirmam que o partido tem obrigação de ser mais duro com os acusados de envolvimento em corrupção.
Os dois deputados que querem apenas a renúncia à vice-presidência da Câmara alegam que a perda de mandato seria uma punição muito dura.
Os defensores de Vargas dizem que a renúncia seria uma prova de que ele tem envolvimento com Yousseff – logo ele não deve renunciar.
O deputado Henrique Fontana (PT-RS) adiantou que a Executiva Nacional do PT discutirá o caso Vargas nesta quinta-feira. “Ainda que ocorra punição no futuro, devemos dar ao André o direito à defesa”, disse ao Blog.
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terça-feira, 8 de abril de 2014
André Vargas manda duros recados ao PT e ameaça contar o que sabe sobre Gleisi e Paulo Bernardo
Soltando a voz – Deputado federal pelo Paraná e vice-presidente licenciado da Câmara dos Deputados, o petista André Vargas não está disposto a seguir o caminho que leva ao matadouro sem luta. Depois de muitos serviços prestados ao Partido dos Trabalhadores, Vargas está revoltado com a forma como vem sendo tratado pelos companheiros de legenda. Aos amigos o parlamentar tem dito que exigirá que lideranças do partido demonstrem solidariedade publicamente.
“Estou sendo tratado como se fosse o único pecador em meio a uma legenda angelical de querubins e serafins”, desabafou o deputado a um amigo. André Vargas, que já foi secretário nacional de Comunicação do PT e, nessa posição, prestou muitos serviços (sujos) a deputados, senadores e cartolas do partido, que hoje o apedrejam, tem muita munição e já dá sinais que não deixará a sua degola avançar de forma impune: “Me aguardem”, tem declarado o petista.
A indignação maior de André Vargas é com a incompetente senadora Gleisi Hoffmann, de quem é o coordenador da campanha ao governo do Paraná, e Paulo Bernardo da Silva, atual ministro das Comunicações e marido da ex-chefe da Casa Civil. O ainda deputado petista foi coordenador da campanha de Paulo Bernardo à Câmara Federal.
O que mais revolta Vargas é que por comandar a campanha de Paulo Bernardo, em 1998, acabou como alvo de conturbado processo judicial por lavagem de dinheiro. Coincidência ou não, o dono da lavanderia financeira da época era Alberto Youssef, doleiro preso recentemente pela Polícia Federal na esteira da Operação Lava-Jato. “Agora esses dois (Bernardo e Gleisi) estão fingindo que não me conhecem. Se for preciso vou refrescar a memória deles”, afirmou.
Não é só a falta de solidariedade que tem deixado André Vargas indignado. Ele identificou inúmeros sinais de que seu calvário político resultou do chamado “fogo amigo”. Identificado com o “volta Lula”, Vargas teria se tornado um alvo para setores do PT leais à presidente Dilma Rousseff. A ideia dos palacianos era detoná-lo como um exemplo do que os demais filiados ao partido não deveriam fazer. O que os autores da operação não contavam era com a dimensão do escândalo, que acabou se voltando contra todo o PT e a própria Dilma.
Também não contavam com a reação de André Vargas. Encurralado e sem nada a perder, transformado em pária político e vendo-se obrigado a mandar pelos ares a carreira política, o deputado petista é uma ode ao perigo. Correndo o risco de ser condenado por corrupção e acabar no Complexo Penitenciário da Papuda, com direito a erguer o punho cerrado, Vargas não descarta a possibilidade de se transformar em mais um homem-bomba dentro do PT. Ele sabe demais e tem pouca estrutura psicológica para suportar silenciosamente a pressão decorrente de rumoroso escândalo de corrupção.
fonte:http://ucho.info
Vargas não tem escapatória, diz presidente do Conselho de Ética da Câmara
Deputado André Vargas (PT-PR) tentou atrasar a abertura do processo de cassação do seu mandato no Conselho de Ética da Câmara
DESESPERO – O deputado André Vargas (PT-PR): processo de cassação deverá ser aberto (Sérgio Lima/Folhapress )
“É muita malandragem que está sendo descoberta, e o caso está sendo cada vez mais divulgado. As pessoas não têm mais medo. Será que as coisas não servem de exemplo, como o caso do mensalão? Mas, mesmo assim, os fatos não mudam”, Ricardo Izar
Com a situação cada vez mais grave, o vice-presidente da Câmara, deputado André Vargas (PT-PR), tentou protelar a abertura de um processo por quebra do decoro parlamentar no Conselho de Ética. Horas antes de anunciar seu afastamento da Câmara por sessenta dias, o petista telefonou para o deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que preside o colegiado, pedindo que só iniciasse os procedimentos regimentais depois de uma conversa entre os dois.
Na tarde desta segunda-feira, três partidos de oposição – PSDB, DEM e PPS – ingressaram com uma representação no Conselho pedindo investigação sobre a estreita relação, revelada por VEJA, de Vargas com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal em uma operação de combate à lavagem de dinheiro. Pelo telefone, o petista fez um apelo a Izar: “Queria conversar com você. Você sabe que eu estou em um momento difícil. Dá para não aceitar o protocolo, e à tarde a gente conversa?”.
Leia também: Justiça do PR envia documentos para o Supremo
A estratégia proposta por Vargas, no entanto, sequer depende do presidente do Conselho de Ética. Cabe à Mesa Diretora da Câmara, da qual o próprio faz parte, encaminhar o processo ao colegiado. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se comprometeu a remeter o caso nesta terça-feira. “Eu respondi a Vargas que não tenho como segurar o recebimento. A gente vai ter de abrir o processo normalmente, esse é um rito que tem de ser seguido”, disse Izar.
Além de Vargas, a assessoria do deputado procurou o Conselho de Ética em busca de informações sobre os prazos regimentais para a análise do caso, algo que não deveria ser novidade para ele: foi Vargas quem comandou as manobras para atrasar o processo de cassação contra o ex-deputado José Genoino (PT-SP).
“Não tenho dúvidas de que vão usar todos os artifícios para protelar a ação. Mas o André Vargas não tem escapatória. São denúncias gravíssimas”, disse o presidente do Conselho de Ética. O petista pode sofrer desde uma advertência até enfrentar a abertura de um processo de perda de mandato. “Não dá para aliviar. Eu acho que esse é um caso para cassação. Mas depende da análise de todo o processo e da votação do colegiado.”
Izar continuou: “É muita malandragem que está sendo descoberta, e o caso está sendo cada vez mais divulgado. As pessoas não têm mais medo. Será que as coisas não servem de exemplo, como o caso do mensalão? Mas, mesmo assim, os fatos não mudam.”
fonte:fabiocampana.com.br
LICENÇA DE ANDRÉ VARGAS
André Vargas pede licença de 60 dias do mandato de deputado na Câmara
VEJA NOTA DO DEPUTADO: "A nota publicada em seu site diz que com a licença, ele pretende, antes de tudo, preservar a instituição da qual faz parte, a Câmara dos Deputados, enquanto prepara sua defesa diante do massacre midiático que está sofrendo, fruto de vazamento ilegal de informações. Importante ressaltar que André Vargas não é alvo de nenhuma investigação e não foi comunicado oficialmente acerca dos temas tratados pela imprensa. A licença não interrompe prazos nem suspende quaisquer procedimentos que possam ser instaurados pela Câmara dos Deputados. O deputado segue à disposição dos órgãos competentes para prestar quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. O deputado reafirma seu compromisso com sua história política e sua luta em defesa do povo paranaense e do Brasil, sempre." diz a Assessoria de Imprensa. No início da tarde, o noticiário nacional informava que o vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), entregou nesta segunda-feira (7 de abril) à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara carta com pedido de afastamento temporário por 60 dias. A nota foi divulgada pelo site G1, e diz que o pedido ocorre em meio a denúncias e pedidos de investigação por parlamentares sobre viagem que Vargas fez em avião do doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal. Youssef foi preso em março por suspeita de movimentar cerca de R$ 10 bilhões por meio de lavagem de dinheiro. De acordo com reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", o empréstimo do avião para viagem a João Pessoa foi acertado entre Vargas e Youssef por mensagem de celular no dia 2 de janeiro. (continue lendo)
Neste fim de semana, reportagem da revista "Veja" revelou mensagens de celular entre André Vargas e Youssef. Segundo a PF, eles atuavam juntos para fechar um contrato entre uma empresa de fachada e o Ministério da Saúde. De acordo com as investigações, Vargas ajudava Youssef a localizar projetos no governo pelos quais poderia ser desviado dinheiro público. No pedido de afastamento, André Vargas afirma ter motivos de "interesse particular" para a saída temporária. Formalmente, ele permanece sendo o vice-presidente da Câmara, mas licenciado. Como o afastamento é de menos de 120 dias, não será convocado um suplente para ocupar a sua vaga de deputado, mas o deputado Fabio Faria (PSD-RN), segundo-vice presidente da Casa, assume o cargo durante o afastamento.Com o afastamento, Vargas ficará sem receber o salário de deputado, atualmente de R$ 26,7 mil. Ele também perde outros benefícios financeiros, como as verbas de gabinete. O afastamento não impede que a Câmara abra processo de investigação contra Vargas. A previsão é que nesta segunda partidos de oposição representem contra ele no Conselho de Ética da Casa. RESPOSTA - O Deputado falou na semana a nossa reportagem. Disse que está tranquilo e que está sendo vítima da oposição nacional ao PT que vem denegrindo o seu nome por causa de um fato que já foi esclarecido.
fonte:blog berimbau
"COLUNA SOCIAL" - Níver KEMILLY VITÓRIA, de São João do Ivai
A linda KEMILLY Vitoria, completou níver em São João do Ivaí. Os votos de parabéns chegam em forma de mensagem: "Ser criança é ser inesgotável na razão, A razão que transforma qualquer emoção, A razão que leva ao infinito da questão. Ser criança é ver por entre cegos, É sorrir constantemente, É ter em mente a alma límpida e brilhante, A alma que viaja sem maldade,A alma que cava lealdade. Faço castelos de areia, Onde fico congelada e radiante, Radiante porque sou criança triunfante, Radiante pela experiência expectante. Construo o meu ser para além da sombra dos outros, Construo o meu querer pelo presente do que penso, Sou infantil no mistério da realidade, Sou infantil porque a fantasia conheço. Ser criança é ser imortal, Ser criança é poder cantar em liberdade, Ser criança é dar luz à verdade" são os votos da mãe Daniele,vó Inair,vô João, tio Andre e Adilson demais familiares e amigos.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Vargas teria feito lobby para agências do petismo
Do Claudio Humberto:
Os negócios do deputado André Vargas (PT-PR) não se limitam a venda de remédios para o Ministério da Saúde, a serviço do doleiro Alberto Youssef. O vice-presidente da Câmara também é apontado como padrinho da agência de publicidade Borghi/Lowe, que divide com outras três a conta de R$ 220 milhões da propaganda do Ministério da Saúde, além de partilhar a conta anual de R$ 400 milhões da Caixa.
A ‘explicação’ A agência Borghi/Lowe em Brasília é dirigida pelo paranaense Ricardo Hoffmann, muito ligado ao deputado André Vargas.
Esquema paranaense Na Caixa, André Vargas influiu também na escolha da agência Heads, paranaense como ele. E Clauir Santos, o chefe de Marketing da CEF.
fonte: fabio campana
quinta-feira, 3 de abril de 2014
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