domingo, 26 de maio de 2013
Dilma navega trôpega
A CPI da Petrobrás, requerida com assinaturas de 120 deputados da base aliada, 52 do PMDB, partido que ocupa a vice-presidência da República, não deve prosperar. Será barrada pelo presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), assim como o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) impediu que a MP dos Portos caducasse. Velho de guerra nos meandros que a presidente Dilma Rousseff e suas ministras de articulação política ainda patinam, o PMDB morde e assopra. Cria confusão e vende caro a solução.
Renan atropelou o regimento, fez juras que sabe que não cumprirá, e aprovou a MP em menos de 12 horas. Deixou Dilma como devedora de uma conta polpuda. Já Alves tem um poder de barganha imenso: 15 CPIs na fila, que ele coloca na pauta se e quando quiser.
Em outras palavras, o governo Dilma – sustentado pela maior base de que se tem notícia no planeta – é refém do PMDB. Uma dependência costurada quando o então presidente Lula necessitou de José Sarney (PMDB-AP) para evitar que a fervura do caldo do mensalão lhe interrompesse o mandato. Fernando Henrique Cardoso também foi, mas em menor grau. Tinha o fiel PFL dando-lhe músculos nas emergências.
Dilma navega trôpega. Foi aconselhada a manter-se longe da política. Seja no Congresso ou fora dele. Ainda que queira fazer o diabo para se reeleger, não tem preparo para encarar capetas como o governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB).
Nem mesmo quanto ao PT ela tem certezas. Até porque alguns petistas não escondem que preferem Lula em 2014.
Já não conta também com a fidelidade do PSB do governador de Pernambuco Eduardo Campos, decidido pelo voo solo no ano que vem. Nem com o PSD de Gilberto Kassab, que prefere tirar o corpo fora.
Diz – bem ao estilo de quem definiu a sigla como nem à direita, nem à esquerda, nem de centro -, que vota em Dilma, mas que o partido não está alinhado, e o ministério dado ao correligionário Afif Domingos é cota pessoal da presidente.
PSB, PSD, PTB e PSC contribuíram, mas não chegaram nem perto do também aliado PP, que, mesmo comandando o cobiçadíssimo Ministério das Cidades, colocou 26 assinaturas, 70% de sua bancada, na CPI da Petrobrás.
Sabem que o governo só negocia sob pressão. E que quanto mais de presépio forem as vacas, menor é o valor delas.
Nesse contexto, soou como chacota a frase de Lula, na última quarta-feira, quando admitiu ter escolhido uma neófita para dirigir o País: “Eu acho que a presidenta, depois de dois anos e meio, já sabe tranquilamente como cuidar da política.” Dito assim, parece que nem o inventor de Dilma consegue mais esconder que torce por Lula em 2014.
Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência ‘Lu Fernandes Comunicação e Imprensa’. Escreve aqui aos domingos. @maryzaidan
fonte:fabiocampana.com.br
Economia do Paraná tem desempenho acima da média nacional
O Paraná entrou na quarta semana de maio só com boas notícias no campo econômico. Números da CNI, IBGE e Itaú Unibanco apontam a ampliação na criação de empregos industriais e o crescimento da economia acima da média nacional.
De acordo com estimativa feita pela Confederação Nacional da Indústria, o Paraná deve criar 161 mil empregos industriais de 2013 a 2015. Dessas, cerca de 50 mil serão abertas neste ano. Já o IBGE aponta que o Estado é o no país a aumentar, consecutivamente, os empregos na indústria nos últimos 18 meses.
O crescimento do PIB do Estado, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no estado, também foi destaque em um levantamento nacional. O Itaú Unibanco divulgou a estimativa de que o PIB paranaense
cresceu 2,4% no primeiro trimestre de 2013. O maior crescimento no país e muito acima da média nacional que ficou em 1 %.
“O Paraná retomou seu crescimento e o Governo do Estado, junto com o setor produtivo, se torna indutor da economia que se destaca e é exemplo no cenário nacional”, afirma o governador Beto Richa.
fonte:fabiocampana.com.br
Suplentes: a (boa) vida dos senadores sem voto
Atualmente, um a cada cinco senadores (incluído Sérgio de Souza (foto), suplente de Gleisi Hoffmann) exerce o mandato e participa de decisões políticas importantes para o país sem ter recebido um voto sequer
Da Veja
Mesmo entre os políticos acostumados à boa vida bancada pelo dinheiro público, o Senado é descrito como o paraíso – com a vantagem, como ironizou o antropólogo e ex-senador Darcy Ribeiro, de que não é preciso morrer para chegar lá. O salário resvala no teto do funcionalismo: 26 723,13 reais mensais. Os benefícios são muitos: apartamento funcional, carro e motorista à disposição, verba indenizatória para bancar gasolina e despesas do gabinete, telefone, passagens aéreas e trabalho presencial obrigatório apenas de terça a quinta-feira.
O que muitos eleitores ignoram é que quase um a cada cinco integrantes da Casa chegou lá sem passar pelo crivo das urnas. São suplentes que, por diferentes razões, integram hoje a cúpula do poder político brasileiro.
Dos 81 senadores com mandato no país, dezesseis fazem parte dessa categoria atualmente, número que costuma aumentar consideravelmente em períodos eleitorais, quando os titulares se engajam em campanhas políticas. A regra atual, em que o senador eleito carrega consigo dois suplentes, cria distorções a tal ponto que os estados de Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte, por exemplo, têm atualmente apenas um senador eleito pelo voto. As outras duas cadeiras são ocupadas por suplentes.
“Não sou contra a presença do suplente, acho que há muito preconceito. A legitimidade é absolutamente igual. Ele se submeteu ao voto como integrante de uma chapa”, justifica o senador suplente Aníbal Diniz (PT-AC). Ele ocupa uma vaga no Senado no lugar de Tião Viana, petista eleito para governar o Acre.
No dia a dia, muitos dos senadores substitutos passam incógnitos pelo Senado: dificilmente alguém reconheceria, por exemplo, Wilder Morais (DEM-GO), Paulo Davim (PV-RN) ou Ruben Figueiró (PSDB-MS) nas ruas. Outros suplentes, entretanto, se acostumaram com o poder e buscaram voo solo. Alguns dos principais articuladores políticos do Senado chegaram até lá de carona. É o caso do poderoso empresário Clésio Andrade (PMDB-MG), que ganhou o mandato de senador com a morte de Eliseu Resende (DEM-MG), em 2011. Ou do líder do PTB, Gim Argello (DF), que herdou a cadeira quando Joaquim Roriz (então no PMDB) renunciou ao mandato após ser alvejado por uma saraivada de denúncias. Argello assumiu o posto em julho de 2007 e cumprirá praticamente todo o mandato que não era dele: permanecerá no Senado até o início de 2015.
Também há casos resultantes da desorganização partidária e do xadrez bizarro das alianças regionais. Em certas situações, o eleitor optou por um candidato de oposição ao governo federal e acabou sendo representado por um político da base. No Rio Grande do Norte, por exemplo, os potiguares votaram na oposicionista Rosalba Ciarlini (DEM), que ganhou uma cadeira no Senado em 2006. Quatro anos depois, ela foi eleita governadora e a cadeira no Senado passou para as mãos de Garibaldi Alves (PMDB), que completará 90 anos em junho e sempre vota conforme os interesses do governo – o filho dele, Garibaldi Alves Filho, do mesmo partido, é ministro da Previdência Social.
Caso semelhante ocorreu quando os eleitores de Minas Gerais conduziram Itamar Franco (PPS) ao Senado, em 2010. Em julho de 2011, após cerca de seis meses fazendo oposição ao governo Dilma, o ex-presidente da República morreu. Com a morte de Itamar, até janeiro de 2019 uma das vagas de senador mineiro será ocupada por Zezé Perrella (PDT-MG), aliado do governo federal.
Financiadores – O cobiçado cargo de suplente é escolhido a dedo conforme o interesse do político titular. É comum que parte dos parlamentares destine o posto a empresários que financiam suas campanhas. O cassado Demóstenes Torres (GO) fez isso com o milionário empreendedor goiano Wilder Morais, que já declarou à Justiça Eleitoral mais de 14 milhões de reais em doações. Em 2010, as empresas do então suplente Wilder destinaram 700 000 reais à campanha de Demóstenes.
O suplente Ataídes Oliveira (PSDB-TO), por sua vez, destinou 305 000 reais para o comitê financeiro do Partido da República (PR), legenda do titular da vaga – e temporariamente afastado – João Ribeiro (PR-TO). Com a promessa de um dia chegar à cadeira do Senado, o suplente Francisco Simeão Rodrigues Neto doou para a campanha do senador paranaense Roberto Requião mais de 857 000 reais. O empresário Raimundo Lira, suplente do paraibano Vital do Rego, também fez doações do titular da vaga: 870 000 reais declarados.
Além das generosas doações para o caixa de campanha, outra prática recorrente é a nomeação de parentes para a suplência, situação que, ao contrário do nepotismo, é permitida pela lei brasileira. Um dos principais exemplos é Lobão Filho (PMDB-MA), herdeiro da cadeira do pai, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia).
Já Ivo Cassol (PP-RO) fez diferente: nomeou o pai como seu substituto. Reditario Cassol, do mesmo partido, teve seus minutos de fama durante os três meses que passou no Senado: defendeu, da tribuna, a aplicação do “chicote” em presidiários.
O alagoano Fernando Collor (PTB) também preencheu a suplência com familiares. Ele escolheu seus primos Euclydes Mello e Ada Mello para substituí-lo. Ada já ocupou o posto de senadora por cerca de um mês em 2008, enquanto Collor se dedicava à campanha do filho Fernando James à prefeitura de Rio Largo (AL).
Mudança – As críticas ao modelo de dupla suplência para os senadores não são novas. Mas, a exemplo de outras alterações na legislação eleitoral, falta consenso para a adoção de novas regras. Uma das tentativas para a regulação dos mandatos de senadores sem voto foi debatida durante a fracassada discussão da reforma política em 2011. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) capitaneada por José Sarney (PMDB-AP) extinguia a figura de segundo suplente, proibia a nomeação de parentes do titular para a primeira suplência e convocava nova eleição em caso de vacância definitiva. O texto chegou a ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Casa, mas está parado desde então.
“O projeto não avançou porque a reforma política não avançou. A minha experiência, com mais de 40 anos de mandato, é que o Congresso vota aquilo que o governo ou a sociedade querem”, diz o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que foi relator da proposta e deu parecer favorável à mudança.
“São senadores sem votos. Isso tem de mudar. O titular coloca alguém da confiança dele, um parente, filho, esposa ou quem financiou a campanha. Eles não representam a vontade do eleitorado”, avalia o cientista político David Fleischer, da Universida de Brasília (UnB). Para ele, uma forma de garantir representatividade aos suplentes seria, no afastamento do titular, nomear como senador o segundo mais votado dentro da coligação. “Eles teriam algum voto e isso fortaleceria as coligações”, completa. “Até houve propostas de mudança, mas elas estão no escaninho esperando boa vontade do Congresso para serem aprovadas.”
O cientista político Paulo Kramer, da UnB, também defende a adoção de um sistema em que o candidato não eleito mais votado assuma em caso de vacância do cargo: “É a alternativa mais evidente”. Ele afirma, entretanto, que o comodismo dos parlamentares dificulta a realização de mudanças. “Cada detentor de mandato pensa: ‘Mesmo com essas falhas, ou talvez até por causa delas, eu me elegi. será que vale apenas eu arriscar e mudar as regras?’”
O próprio senador Lobão Filho, suplente de seu pai, chegou a apresentar uma proposta para redesenhar o papel do suplente, que também teria de ser votado para exercer o mandato. A iniciativa do parlamentar determinava que o partido ou coligação apresentasse dois candidatos para cada vaga em disputa no Senado. O mais votado seria eleito e o segundo colocado ocuparia a suplência. “Pretende-se que os suplentes também recebam votos do povo como ocorre com os titulares, suprindo a carência de legitimidade e pondo fim à condição de ser apenas indicado”, justificou o senador-tampão. O projeto foi arquivado.
Fonte:fabiocampana.com.br
terça-feira, 7 de maio de 2013
Saúde- IVAIPORÃ
segunda-feira, 22 de abril de 2013
22ªRegional de saúde Ivaiporã
Ivaiporã amplia oferta de leitos de UTI
Nesta última terça-feira dia 17/04/2013 a Secretaria de Estado da Saúde formalizou o contrato com o Instituto de Saúde Bom Jesus, para ampliar a disponibilidade de leitos de UTI na região. Foram contratados mais 4 leitos de UTI na modalidade 2 adulto e 2 na neonatal.
Estes leitos estarão disponibilizados pela central de regulação para atendimento da demanda da Rede Paraná Urgência.
Segundo o secretário Michele Caputo estes leitos contribuirão significativamente para melhorar os indicadores de saúde no âmbito da 22º RS.
A diretora da 22ª RS, Cristiane Papin, ressaltou que esta medida juntamente com outras ações estruturantes que estão sendo implementadas juntamente com os municípios na atenção primária a Saúde impactará na redução da mortalidade materna infantil bem como redução no tempo resposta das demandas de urgência e emergência. O Instituto Bom Jesus recebe investimentos no montante de 840 mil ano do programa Hospsus para atendimento de urgência.
Com estes leitos contratualizados o hospital passará a disponibilizar para atendimento SUS um total de 27 leitos deUTI(Unidade de Terapia Intensiva)

terça-feira, 2 de abril de 2013
Luto – IVAIPORÃ: Morre o “Jair do Sindicato”
A cidade de Ivaiporã perdeu no dia 01 de abriu o cidadão Jair Aparecido de Oliveira, mais conhecido como “Jair do Sindicato”, apelido que recebeu após atuar por vários anos como Presidente do Sindicado os Trabalhadores Rurais, de Ivaiporã. Jair ainda era o presidente da instituição, e sua morte foi de causas naturais. Ele teve sua vida marcada pela luta em prol dos agricultores, e era considerado uma liderança importante do município e região. A família informou na manhã de terça-feira, 2 de abril de 2013, que seu corpo seria velado na Igreja Ouro Verde para ser sepultado em Ivaiporã. (Colaboração - Cláudio Henrick)e blog berimbau
domingo, 31 de março de 2013
Ivan Paracat morre em acidente
É com pesar que informamos o falecimento de Ivan Paracat (O Ivan do Calçados Principal). Ele estava em um Hyunday HB20 que capotou na PR-466 entre a cidade de Marumbi e o Distrito de São José, próximo a entrada do bairro Maracanã. O acidente ocorreu no final da tarde deste domingo (31). Com ele estava Everaldo Ribeiro, 50, que sofreu ferimentos graves e precisou ser levado pelo helicóptero do GRAER para o Hospital João de Freitas em Arapongas. Ivan chegou a ser levado ao Hospital Municipal de Marumbi, mas não resistiu aos ferimentos. Aos 37 anos ele deixa esposa e duas filhas.o mesmo era irmão do prof e diretor do colegio estadual barao do cerro azul anuar paracat que tambem foi comerciante em nossa cidade com a loja paracat tecidos e confecções.
fonte:jandaiaonline.com.br
segunda-feira, 25 de março de 2013
Francischini quer CPI do Tráfico de Pessoas no Paraná
O deputado federal Fernando Francischini (PEN/PR) solicitou à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o tráfico de pessoas no Brasil, a realização de diligências nos municípios de São João do Triunfo (Paraná) e Gaspar (Santa Catarina) para acompanhar as investigações sobre denúncia de suposta irregularidade nos processos de adoção. O deputado também quer que a CPI da Câmara dos Deputados requeira ao Conselho Tutelar, ao procurador-geral de Justiça e ao presidente do Tribunal de Justiça do Paraná e de Santa Catarina cópia de todos os documentos dos processos de adoção nacional e internacional de crianças dos dois municípios nos últimos cinco anos.
“A CPI precisa investigar se existe tráfico de crianças e a partir daí tomar providências. E mesmo que não exista tráfico, os processos de adoção devem ser verificados cuidadosamente porque os fatos indicam irregularidades. Os casos relatados pela imprensa nacional não deixam dúvidas de que houve excessos de quem tirou as crianças das famílias, enquanto a Lei faz os devidos resguardos para esse tipo de processo”, explica o deputado paranaense que é vice-presidente da CPI do Tráfico de Pessoas no Brasil.
O deputado Francischini dará entrevista coletiva nesta segunda-feira (25), às 14h, na Câmara Municipal de Maringá, no Paraná, com novidades sobre as supostas irregularidades nos processos de adoção. O deputado investiga o caso há um mês. O blog da Joice Hasselmann (Link: http://www.blogdajoice.com/2013/03/especial-adocao-ou-trafico-internacional-no-parana/) divulgou reportagem com a denúncia da suposta irregularidade na adoção de sete crianças no interior Paraná. O material da reportagem e os relatos colhidos pela equipe do blog foram entregues ao deputado Francischini que leva o caso à CPI. O programa Fantástico, da Rede Globo, também exibiu reportagem destacando decisões polêmicas na Justiça que resultaram na retirada traumática de filhos dos pais no Paraná e em Santa Catarina. (Link: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2013/03/decisoes-polemicas-na-justica-tiram-filhos-de-pais-e-entregam-para-adocao.html).
fonte:fabiocampana.com.br
segunda-feira, 4 de março de 2013
Ilsinho denuncia ambulância ao Ministério Público
O vereador Ilson Donizete Gagliano (PP) protocolou, na semana passada, junto à Câmara de Vereadores de Ivaiporã, cópia de denúncia que ele havia encaminhado anteriormente junto ao Ministério Público e ao Observatório Social. O objetivo do vereador é apurar supostas irregularidades no processo de doação de uma ambulância Mercedes-Benz Sprinter, placas DIO-2909 de São Paulo, que a ONG Proviva realizou ao município no final do ano passado.
Segundo Gagliano, ele resolveu apresentar a queixa, após ter conhecimento que um cidadão do município ameaçou entrar com uma denúncia, pois a ambulância havia sido doada, mas não estava sendo utilizada. Neste sentido, ele foi averiguar os motivos pelos quais o carro estava parado no pátio de máquinas da Prefeitura e descobriu que o veículo não poderia ser abastecido, porque não faz parte do patrimônio do município. “Não foi firmado nenhum contrato de doação entre o município e a Proviva”, afirma o vereador.
Ao checar a situação do veículo no Detran, descobriu-se que está no nome de ASA Remoções Ltda, com sede em São Paulo. Trata-se da empresa que vendeu o veículo a Proviva e a transferência não havia sido executada.
“Como se faz a doação para o município se não lhe pertence?”, questionou o vereador.
Outra situação impede que o veículo preste serviços à saúde de Ivaiporã por apresentar sérios problemas na caixa de direção, na suspensão e os pneus são inadequados para o transporte de pacientes, uma vez que são “frisados”.
“Sem a transferência, o carro não pode ser lançado no patrimônio da Prefeitura e, com isso, não pode ser abastecida e nem mesmo passar por uma manutenção”, afirmou o vereador.
A apresentação do caso ao Ministério Público também tem o objetivo de levar a informação ao conhecimento do promotor, pois certamente outros cidadãos irão questionar o motivo pelo qual a ambulância está parada no pátio da Prefeitura.
“A situação da ambulância é a seguinte: é como se um cidadão estacionasse o veículo no pátio da Prefeitura e o deixasse lá. O poder público não pode usar”, explicou.
A vereadora Nadir Maciel (PT) disse que a diretoria da Proviva está regularizando a transferência da ambulância, o que não havia sido feito em função do recesso no Detran de São Paulo. Ela informou ainda que, assim que a documentação estiver em ordem, a administração será procurada para que a doação da ambulância seja oficializada.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
POLÍTICA - Governador Beto Richa no Vale do Ivaí e região Central
O Governador Beto Richa, estará nesta quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013, na Região Vale do Ivaí e região Central do Paraná. Segundo a Prefeita Bete Camilo, de Manoel Rias, Richa chega por volta das 08:30 no aeroporte de Manoel Ribas, onde será recepcionado por ela e outros prefeitos da região. Em seguida segue para Pitanga, e um dos compromissos será a entrega da Ordem de Serviço para Elaboração do Projeto de Pavimentação da PR-239, ligando Pitanga/Barra Bonita e Mato Rico, no valor de R$ 2.049.200,00. O Governador também vai almoçar com prefeitos da AMOCENTRO- Associação Municípios do Centro-Paraná. Um dos assuntos será o transporte escolar, pois nesta semana os prefeitos fizeram um protesto suspendendo o transporte para pressionar o governo a liberar recursos. O secretário da Educação Flavio Arns, disse que o problema já foi resolvido e na semana que vem o dinheiro estará na conta das prefeituras. Em seguida Beto Richa, vem ao vale do Ivaí , onde na tarde, 14:30, participa da reunião da AMUVI- Associação dos municípios do Vale do Ivaí. Os prefeitos de 26 cidades, terão a oportunidade de formalizar alguns pedidos, entre eles, investimentos em segurança pública, e ajuda para conserto de estradas rurais. O Convite foi feito pelo Prefeito de Ivaiporã, Carlos Gil, que também é o presidente da AMUVI. A reunião acontecerá no Salão da Igreja Santíssima mãe da unidade.
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