domingo, 18 de novembro de 2012
.PT se cala sobre reaver verba desviada por Maluf
A decisão contra Paulo Maluf (PP-SP) em Jersey ocorre no momento em que o deputado federal negocia com o prefeito eleito pelo PT, Fernando Haddad, cargos na Prefeitura de São Paulo.
Segundo sentença divulgada ontem, a Corte Real de Jersey, paraíso fiscal britânico, condenou empresas de Maluf e de seus familiares a devolver US$ 22 milhões (R$ 45,8 milhões) aos cofres da administração da cidade.
Logo após ser eleito no segundo turno a prefeito de São Paulo, com com apoio do PP de Maluf, Haddad, disse à Folha que vai cobrar na Justiça a repatriação de verbas que teriam sido desviadas do município para contas no paraíso fiscal da ilha de Jersey.
Haddad disse não conhecer o processo contra Maluf, mas que se a Justiça decidir pelo cobrança do dinheiro, “o resgate é imperioso”.
“O prefeito não tem o direito de decidir dar ou não seguimento a essa iniciativa. É um dever, não um direito. Não há o que se fazer”, disse o petista.
Após a decisão da corte de Jersey, petistas não quiseram falar publicamente sobre o assunto. Nos bastidores, disseram que o melhor é tratar o caso como “de Estado”, evitando politização. O processo de tentativa de repatriação do dinheiro começou durante a gestão da petista Marta Suplicy (2001-2004).
Aliados de Haddad dizem que seria “injustificável” mudar de posição agora, e que os trâmites serão cumpridos normalmente pela procuradoria municipal.
CONDENAÇÃO
A Corte Real da ilha de Jersey, paraíso fiscal britânico, tornou pública ontem a sentença em que determina que as duas empresas atribuídas à família Maluf devolvam US$ 22 milhões (R$ 45,8 milhões) à Prefeitura de São Paulo.
Segundo a prefeitura, esse valor foi desviado pelo deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que foi prefeito de 1993 a 1996. Ainda cabe recurso da decisão.
De acordo com a sentença, o “município foi vítima de uma fraude, que teve Paulo Maluf como um de seus participantes”.
A assessoria de imprensa de Paulo Maluf (PP) afirmou, em nota, que o processo na ilha de Jersey deixa claro que o ex-prefeito não é réu na ação.
O texto afirma que Maluf não tem conta no paraíso fiscal e que os recursos desviados não se referem ao período em que ele foi prefeito.
Apesar de negar relação da ação com o ex-prefeito, a nota da assessoria afirma que o processo é ilegal pois, entre outros argumentos, deveria ocorrer no Brasil, e que ainda cabe recurso da decisão.
fonte:fabiocampana.com.br
sábado, 17 de novembro de 2012
Comércio pode não abrir à noite no Natal em Londrina
Os sindicatos do Comércio Varejista de Londrina (Sincoval) e dos Trabalhadores do Comércio de Londrina e Região (Sindecolon) ainda não chegaram a um acordo sobre a abertura do comércio, até as 22h, durante o período natalino. A discussão vem sendo adiada desde maio, junto com a convenção coletiva da categoria. Enquanto os patrões querem padronizar o horário, os funcionários temem não receber pelas horas extras.
No site do Sincoval, a entidade adotou calendário próprio, que seria permitido pelo Código de Posturas do Município. Pelo cronograma, os trabalhadores terão folga, em dezembro, apenas aos domingos e feriados, com horário de funcionamento entre 8h e 18h aos sábados e das 8h às 22h nos demais dias. No entendimento dos patrões, o horário noturno já se tornou tradição em Londrina.
O secretário do Sindecolon, Célio Vila, afirmou que os funcionários aceitam trabalhar, apesar da "insegurança". "Defendemos que cada trabalhador tenha o direito de definir com a própria loja se vai ou não abrir", disse. Só assim, de acordo com ele, o sindicato vai conseguir evitar o não pagamento das horas extras. "Tem gente tentando receber, até hoje, valores referentes ao trabalho realizado no mês de dezembro do ano passado", contou.
Sincoval e Sindecolon devem voltar a discutir a situação na próxima semana.
fonte:bonde.com.br
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Multa aplicada a Rede Massa é afastada pela Corte
A Corte, nesta quarta-feira, 14, por maioria, nos termos do voto do relator designado, Dr. Luciano Carrasco, deu provimento a recurso eleitoral para afastar a decisão proferida pelo Juízo da 3ª Zona Eleitoral de Curitiba, que condenou a Rede Massa ao pagamento de multa de em 212,8 mil reais nos termos do art. 27, § 2º da Resolução TSE 23.370, em razão da infração ao art. 27, III da mesma Resolução, combinado com o artigo 45, § 2º da Lei 9.504/97. A Emissora veiculou no Jornal da Massa, o seguinte trecho: “O posicionamento do PSOL. E o PTB, Partido Trabalhista Brasileiro, declarou apoio à coligação do Gustavo Fruet. O PTB vai com Fruet, o PTB, e o PSOL fica neutro; Ogier: ... “O PTB esteve junto no mensalão, o PTB sempre foi base de apoio de tudo que aconteceu, é, nesses anos todos. E, aliás, o PTB também, em todos esses episódios, por vezes representado por aquele rapaz, o “Rocha Loures”, que agora, é, está sendo acusado aí no período eleitoral de ter manipulado, é panfletos apócrifos...”; “Ogier: (...) Não, é que Porto Alegre ta na região metropolitana de Curitiba, ali do lado da Fazenda Rio Grande. Te conheço, gaúcho! Ow, gaúcho, o Denian gosta de você!Com todo respeito, deixa de ser papudo Fortunati! Não minta!”; “Denian: E trazer o Cristóvão Buarque soma também”; “Paulo: ... Foi o cara que arrebentou com o pavão, ta, quando foi ministro da educação, todo mundo esquece isso aí, e foi demitido pelo Luís Inácio por telefone...”). (Recurso Eleitoral nº 60649.2012.616.0003).
fonte:tre pr
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Operadoras pretendem restringir o uso de celulares piratas Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/telefonia/32583-operadoras-pretendem-restringir-o-uso-de-celulares-piratas.htm#ixzz2C6gVnYGf
Empresas de telefonia móvel estão investindo R$ 10 milhões em sistema que identifica e bloqueia aparelhos que não foram homologados pela Anatel.
De acordo com o G1, as quatro principais operadoras de telefonia móvel do país estão investindo na implantação de um sistema que pretende restringir o uso de celulares piratas no Brasil. Esse mecanismo deve ser adotado pelas empresas Vivo, Oi, TIM e Claro a partir do primeiro trimestre de 2013 — e devem investir cerca de R$ 10 milhões no projeto.
Embora realize ações de fiscalização, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não possui levantamentos precisos de quantos aparelhos ilegais estão em funcionamento em território tupiniquim ou a quantidade exata de dispositivos apreendidos.
Segundo as operadoras, a medida visa diminuir a quantidade de queixas dos serviços prestados. Os celulares que não foram homologados pela Anatel teriam baixa qualidade e seriam responsáveis por uma grande parcela das quedas de chamadas — fato que resulta no aumento de reclamações nas centrais de atendimento.
Como vai funcionar
O sistema que está sendo desenvolvido conta com um software que reconhece o IMEI do gadget em uso, código utilizado para a identificação de cada aparelho comercializado no país, e compara esse dado com uma lista mantida pela Anatel que contém todos os modelos que receberem a sua certificação.
(Fonte da imagem: Reprodução/iStock)
Se o IMEI identificado no celular não conferir com a relação da agência governamental, o dispositivo será restringido para realizar chamadas. Essa verificação é realizada durante o cadastramento do chip. Para evitar que o usuário use um aparelho original para fazer a sua inscrição na operadora e depois passe o componente para um celular contrabandeado, o sistema também realizará um monitoramento do IMEI dos telefones móveis.
A ressalva
Contudo, quem já possui um chip habilitado a partir de um celular pirata não deve encontrar problemas, pois o sistema não os identificará. A ideia é que esse mecanismo seja ampliado no futuro, permitindo que o IMEI também seja usado para rastrear aparelhos roubados e bloqueá-los para uso dos criminosos.
domingo, 11 de novembro de 2012
Agressão no Posto de Saúde
A Polícia Militar de Ivaiporã precisou ser chamada, na manhã da sexta-feira, dia 9 de novembro, para conter um cidadão que promoveu o maior quebra-quebra em uma sala de atendimento do Posto de Saúde da Prefeitura de Ivaiporã.
Segundo o relato da PM, feito por um funcionário que estava trabalhando no momento em que Lincoln Luís dos Santos, 38 anos, chegou ao local e, por discordar do atendimento, passou a xingar e agredi-lo. Em seguida, Lincoln foi detido e levado para a 6ª Companhia Independente da Polícia Militar.
No entanto, o secretário municipal de Saúde de Ivaiporã, Leandro Bonetti Vandersen, disse que a confusão foi muito maior. Por telefone, ele relatou que Lincoln causou o transtorno quando foi ao posto buscar um medicamento, à base de insulina, para o tratamento da filha, que tem um custo de R$ 1.000 e que havia sido cedido a ele nos últimos dois meses. “Esse tipo de medicação, que tem um custo alto para os cofres municipais, também é cedido pela Regional de Saúde, e a orientação, repassada pelo funcionário Valdete Marques para o usuário, é que ele deveria fazer um cadastro junto ao órgão de saúde estadual, para que o medicamento viesse diretamente para ele”, explicou Vandresen, lembrando que o processo para a inclusão na lista do Governo do Estado é um pouco demorada. Mas, com o protocolo, o município conseguiria ceder o medicamento ao usuário. “Se não fizermos, podemos ter problemas na prestação de contas junto ao Tribunal de Contas do Paraná, pois se existe um órgão que pode repassar o medicamento, não é necessário que o município compre”, afirmou o secretário de Saúde.
Ele relatou que, após a orientação, Lincoln saiu do posto e, pouco tempo depois, teria retornado. “Ele chegou à porta do funcionário, esperando que este terminasse de atender ao telefone e, sem dizer nada, assim que a ligação foi encerrada, começou a agredir o funcionário e destruir vários equipamentos e objetos da sala”, descreveu Vandresen, lembrando que foram necessários outros funcionários para ajudar a conte-lo.
O próprio secretário Leandro Vandresen disse que acabou machucando o joelho, na tentativa de conter o homem, que foi encaminhado para a confecção do Termo Circunstanciado na 6ª Companhia Independente da Polícia Militar.
O secretário de Saúde afirmou que, em momento algum, o funcionário Valdete Marques teria sido ríspido ou desrespeitoso, e que a atitude do cidadão surpreendeu a todos. Segundo Vandresen, foram quebrados um notebook, mesa, cadeira e alguns encaminhamentos de outros pacientes acabaram sendo rasgados na confusão.
Lincoln afirma ter sido humilhado pelo funcionário
O Paraná Centro ouviu o ex-policial militar, Lincoln Luís dos Santos, que alegou ter se sentido humilhado com o atendimento dispensado pelo funcionário Valdete Marques. Ele disse que, há 4 meses, descobriu que a filha tem diabetes e que, neste período, a oscilação da doença é muito grande. Por isso, é necessário fazer testes constantes dos níveis de glicemia.
“Sem o teste, se a minha filha comer algo, ela poderia morrer. Mas se tomar insulina além do necessário também há complicações”, relatou Lincoln, lembrando que, na manhã da sexta-feira, 9 de novembro, as fitas de testes haviam acabado e ele foi ao Posto de Saúde buscar o medicamento.
“Cheguei ao Posto de Saúde e fui falar com o [Valdete] Marques, que é o responsável. Ele me disse que tinha o medicamento, mas que eu precisava ir até a 22ª Regional para fazer um cadastro”, afirmou Lincoln, contando que, na sequência, ao chegar à Regional de Saúde recebeu uma relação enorme de documentos, e que o primeiro item da lista seria uma declaração do próprio Marques, dizendo que o município não teria como ceder o medicamento. “Sem aquela declaração eu não poderia fazer nada na Regional. Fiquei com as mãos atadas e, para mim, aquilo foi uma humilhação”, desabafou.
Lincoln disse que ainda voltou ao Posto de Saúde tentando resolver o problema e ao chegar ao local ficou na porta esperando ser atendido pelo funcionário. “Ele passou pelo menos duas pessoas na frente.
Nisso, encostei do lado dele e perguntei se ele iria me atender. Senti que ele falou em um tom de ameaça e me questionou se eu já tinha feito o cadastro. Mas eu precisava da declaração dele. Como já estava nervoso, começamos a discutir. O xinguei e, quando ele se levantou da cadeira, achei que ele iria fazer algo contra mim. Perdi a cabeça e fomos para a via de fatos”, descreveu o ex-policial, afirmando que não quebrou nenhum equipamento ou móveis na sala do funcionário.
Lincoln contou que ouviu de uma funcionária da Regional de Saúde, que ele não soube dizer o nome, que essa não seria a primeira vez que isso acontece. “Ele já teria mandado pessoas com situação semelhante à Regional de Saúde. A primeira coisa que é preciso ter é a declaração que o posto não possui o medicamento. Nestes termos, o Estado pode ceder, mas se o Posto de Saúde tem o medicamento, eles (Regional de Saúde) não vão ceder”, finalizou Lincoln Santos.
fonte:www.paranacentro.com.br
Alvaro e Requião se unem contra Beto Richa
O senador tucano Alvaro Dias pode recusar publicamente o assédio, mas tem conversado muito com o senador Roberto Requião, do PMDB, que não esconde seu interesse em atrair Alvaro para uma composição para as eleições de 2014.
Em comum, os dois têm como adversário de estimação o governador Beto Richa, que tentará a reeleição e que já enfrenta, no outro flanco, a candidatura de Gleisi Hoffmann, que vem fortalecida pela vitória em Curitiba com Gustavo Fruet.
Nos arraiais de Gleisi, a possibilidade de Requião ser candidato ao governo e Alvaro ao senado, é vista com bons olhos. Ficaria para a dupla a tarefa mais pesada de atacar Beto Richa, o que, aliás, Alvaro e Requião fazem todos os dias. Inclusive aos domingos e feriados.
Em tempo: se Alvaro Dias quiser, o PMDB de Requião o receberá com pirotecnia, bumbos e trombones.
fonte:fabiocampana
Beto Richa não vai mexer no secretariado
Os membros do chamado núcleo duro do governo Beto Richa, que também se autodenomina Camelot e se organiza em torno do chefe de gabinete, Deonilson Roldo, jogam todas as suas fichas na aposta de que o governador não fará mudanças substanciais em seu governo. No máximo algumas mexidas no segundo escalão. O secretariado continuará como está. O que deverá acontecer, segundo a mesma fonte, é um pedido para um ou outro melhorar o desempenho e reduzir a cota de adversários nos cargos em comissão. E só.
fonte:fabiocampana
Guarulhos privatizado. O que diz o PT?
A partir da próxima quinta, dia 15, o Aeroporto de Guarulhos passará a ser administrado pelo consórcio Invepar, formado pela OAS e por fundos de pensão.
A última inspeção, realizada pela Anac, autorizou a transferência. Os companheiros da presidente Dilma correram a postar na internet que não é bem uma privatização.
André Vargas, o Mandacaru
Dias atrás, em Brasília, o deputado federal André Vargas (PT) conversava com o chefe do escritório do Paraná, Amauri Escudeiro.
- Acho que vou disputar a vaga para o senado com o Álvaro Dias. Comentou Vargas.
Parafraseando Renildo Calheiro, prefeito de Olinda, Escudeiro disse que não aconselhava tal ato.
- É que você é igual a mandacaru: nem faz sombra e nem serve pra encostar.
fonte:fabiocampana
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Código promocional da Gol que dava até 80% de desconto vaza na web
O vazamento nas redes sociais de um código promocional da Gol restrito a integrantes da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) fez com que milhares de pessoas adquirissem passagens com até 80% de desconto. A Folha apurou que 5.000 bilhetes teriam sido emitidos com o código promocional.
Ao detectar a fraude no início da semana, a Gol bloqueou o código e cancelou todos os bilhetes em aberto. Mas ontem, porém, após protestos no Facebook, a companhia voltou atrás.
Os consumidores criaram uma página chamada "Enganados pela Gol", que, até as 20h30 de ontem, contava com 386 membros. Em nota publicada em sua página no Facebook, a Gol afirma que quem adquiriu passagem na promoção vai conseguir voar.
Na nota, a Gol diz que houve "apropriação indébita do código de uso restrito" referente a um contrato com a CBV. "Em respeito a aqueles que, de boa-fé, tenham adquirido bilhetes desta forma, a Gol --também vítima desse fato-- informa que honrará tais compras e manterá a validade dos bilhetes."
Os clientes que compraram passagens com o código CBV85 e não conseguiram embarcar, ou com voos ainda por acontecer, devem entrar em contato a central de relacionamento da Gol ( 0800 704 04 65 ). A empresa diz que não cobrará pela reemissão dos bilhetes.
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirmou que foi informada pela Gol sobre o compromisso em honrar os bilhetes.
Diz a Anac que, como a companhia apresentou "solução tempestiva ao problema", inicialmente não haverá nenhuma medida administrativa contra a empresa.
Independentemente do preço pago pela passagem, as regras da resolução 141/2010, que estabelece direitos dos passageiros em caso de atrasos e cancelamentos, continuam valendo.
O Procon-SP informou que enviará uma notificação à Gol na segunda-feira pedindo esclarecimentos.
O órgão prefere não se pronunciar até a notificação, mas afirma que, a princípio, não se pode afirmar que o consumidor que utilizou o código agiu de má-fé e, portanto, teria que ter os seus direitos resguardados.
A Gol não confirma o número de passagens emitidas com o código vazado nem o total do prejuízo.
O estudante Luiz Carlos Zanotti Filho, 20 anos, de Belo Horizonte, até a noite de quinta-feira não sabia se conseguiria embarcar em um voo para encontrar a família no Maranhão. A saída estava programada para as 7h20 de sexta.
Por meio do Facebook ele teve conhecimento do código que, para ele, fazia parte de uma promoção da companhia. No dia 25 de outubro, ele realizou a compra. "Todos os procedimentos correram normalmente, como em compras anteriores que fiz pelo site", afirma Zanotti.
Nesta semana entretanto, ficou sabendo dos cancelamentos também pela rede social. Ao entrar em contato com a Gol, anteontem, foi informado de que seu caso seria encaminhado à diretoria da empresa e que teria uma resposta em cinco dias úteis, após a data de sua viagem portanto.
O estudante tentou obter uma liminar no juizado especial, mas não obteve sucesso por conta do feriado. Até que ficou sabendo da mudança de posicionamento da Gol. Mas a preocupação persiste. "Vamos ver se correrá tudo bem no embarque."
A fraude acontece em um momento de perdas expressivas para a companhia, que acumulou um prejuízo de R$ 756 milhões de janeiro a junho deste ano. O prejuízo se soma ao registrado em 2011, de R$ 710 milhões.
A alta dos custos com combustível e o câmbio, somados ao desaquecimento da economia, estão entre as explicações para o mau resultado.
fonte:uol.com.br
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